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Wasting Love


Wasting Love

E o show de horrores acontece em plena Terça. Não sei o que fiz e o que faço para merecer certas coisas. Acordar com o pé direito nem dava. Manquei até sangrar. O destino dizia para levantar com o esquerdo e mesmo eu tentando contrariar, sangrei.
Dia de sol, a manhã passou rápida em minha cama. Mal podia andar, mal podia abrir os olhos. A noite anterior foi dolorosa e cansativa. Dolorosa seria o que estava por vir.
Quando sua vida parece um conto de fadas, um lobo mal vem e assopra tudo para bem longe. Isso que da construir a base de seu castelo em cima de areia da praia. Isso que da construir sonhos em cima de incertezas.
Fui mancando até minha máquina do tempo. Meu cavalo das dimensões. Sobre ele recebi a pior das noticias do mundo desse mês. Mas não da para chorar horrores por coisas que vão e vem. Não da para lamentar erros que não são seus. Infelizmente deságuam em seu rio, águas das quais não deverias nem saber que existem. Seria melhor nunca experimentar certos sabores a ter que viver sem eles.
Mas o mundo gira, as correntes vêm e outras vão. O eixo da engrenagem roda sem parar. Um erro quebra o motor, mas não a máquina. E assim vamos nos mantendo fortes. Longe das decepções, longe das expectativas criadas. Mas vamos fortes sem vibração. Vamos fortes mas sem emoções. Vamos fortes mas sem viver. Porque viver é isso. É estar preparado para tudo, do melhor ao pior em um segundo. Da desgraça a felicidade e vice-versa em um jogo cíclico.
Não existem motivos para cometer erros...

"Spend your days full of emptines
Spend your years full of loneliness
Wasting love, in a desperate caress
Rolling shadows of nights"


Entre Cabelos e Barba

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