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Almas secas

Almas secas


Sazona o ser em meio as tempestades de areia. Gosto maldito, na aridez do sertão. Caminho árduo, pés calejados. Suor, lagrimas e solidão. 

Na vastidão seca do sertão, o tempo é inimigo. Na vastidão seca de nossas vidas sem curso, o tempo nos faz refém. E brinca com nossa alma de bem e mal me quer.  Pois somos jogados contra parede cada vez que passamos por uma escolha. E o tempo brinca. Principalmente nas escolhas erradas.
Mostra a face sofrida. Calos, rugas e cicatrizes. Enquanto o tempo nos molda por fora. A vida vai nos esculpindo por dentro. Nos transformando em verdadeiras obras primas. Nem sempre compreendidas aos olhos de todos. Mas de uma visão artística, abstrai o brilho da alma. Que só os esculpidos têm. Pois só os sofridos sabem e sabem bem. O que é sofrer, o que é viver.

Entre Cabelos e Barba

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