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Síndrome da inércia



Sinto-me fraca e sem forças. Lágrimas rolam ao meu rosto sem consolo. Tudo me aflige e quanto mais luto para não ser atingida, mais me sinto agredida. Minha alma está cansada. Essas palavras que me invadem com esse sentimento de nulidade, mais aumenta a minha vontade. Vontade de largar tudo, principalmente essa vida que já não me traz tanta alegria. E talvez tentar vive-la de outra maneira, em outro lugar. Onde talvez consiga voltar a amar. Voltar a me sentir segura, protegida das constantes flechas que me são lançadas com ira. Voltar a ser livre. Liberta dessa inércia que nos levam a cambalear pelas ruas como almas sem vida. E quem sabe voltar a sonhar. Como quem nunca deixou de acreditar que o amanha possa ser melhor.

Emília Pugno

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