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Nó na imensidão do tempo


Nó na imensidão do tempo

 Em algum lugar me perdi. Alguma direção não tomei. Fiz de minha vida um loop sem fim. Correndo atrás do nada, fugindo do mesmo, fugindo de tudo, fugindo de mim. Pois o pior não é encarar os outros. É encarar os próprios julgamentos.
Os julgamentos da alma não erram. Eles sabem tudo. Sabem sobre você, sobre seus erros, sobre suas falhas. E admitir isso, dói. Reconhecer seus próprios erros é pior que ser julgado por alguém. Ser julgado pela alma é como uma sentença de um crime que você nem cometeu. Mas tem traçado a anos dentro de sua própria prisão.
 Colocar para fora suas falhas não é tão simples assim. Admitir que erramos, que temos falhas, é admitir um ponto fraco. E ninguém quer ter pontos fracos. Pois em um mundo em uma constante guerra de egos. Vence o que for mais forte, ou aparenta ser.
 É como uma presa que cria diversos modos de defesa. Para que seu predador fique com medo ou receio. A vida nos faz isso. Criamos armaduras, defesas e armas. Para continuarmos a fugir do nada e perseguirmos o mesmo...

Entre Cabelos e Barba

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